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[BRASIL]O acordo secreto do Brasil com o Irã

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Itamaraty ajuda Ahmadinejad a burlar as sanções impostas pelos Estados Unidos e pelo Conselho de Segurança da ONU

FINANCIAL BANKNo dia 2 de abril, em Londres, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apertava a mão de Barack Obama, prometia US$ 10 bilhões ao FMI e ouvia que ele “é o cara”, sob os holofotes da mídia internacional, a diplomacia brasileira negociava em Brasília uma forma de ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a burlar as sanções americanas contra o regime iraniano. As linhas mestras de um acordo entre Brasil e Irã, que seria assinado durante a visita de Ahmadinejad em maio que acabou adiada, foram delineadas uma semana antes num encontro a portas fechadas no Itamaraty, no dia 25 de março. ISTOÉ obteve a ata da reunião em que o chanceler Celso Amorim e seu colega iraniano Manoucherch Mottaki, acompanhados de assessores, protagonizaram uma cena capaz de abalar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. À revelia das sanções dos EUA e das advertências do Conselho de Segurança da ONU, contrário às transações com instituições financeiras iranianas, Amorim e Mottaki firmaram os termos de uma ampla cooperação entre os sistemas bancários brasileiro e iraniano. O que deixou o ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia de cabelos em pé: “Não se pode ignorar uma recomendação do Conselho de Segurança da ONU. Essa negociação com o Irã é como uma pescaria em águas turvas.”

LISTA NEGRA

O Itamaraty, no entanto, não está nem aí. E em sua ênfase atual nas boas relações com o mundo árabe abriu negociações com o Export Development Bank of Iran (EDBI), que entrou para a “black list” (lista negra) do Departamento do Tesouro americano no final de 2008, ao lado de suas subsidiárias, a corretora EDBI Stock Brokerage Company, a empresa de câmbio EDBI Exchange Company, sediadas em Teerã, e o Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas, na Venezuela. Além de congelar os ativos dessas empresas em território dos EUA, as sanções proíbem cidadãos americanos de negociar com elas. Não se aplicam, portanto, aos brasileiros. Mas, na opinião de diplomatas e especialistas ouvidos por ISTOÉ, ao furar a barreira o Brasil põe em xeque a política externa dos Estados Unidos.

Comentário: O sistema Babilônico e iluminista dos EUA possui uma grade influência nos sete montes do sistema de governo da Besta. No Irã (antiga Pérsia) temos três montes(ver revelação progressiva) que representam: Zoroastro (em algum lugar da Pérsia) , o Báb (Shiraz) e Baha’u’llah (Teerã).

Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. (Apocalipse 17 : 9)

Para tentar burlar as leis do Grande Satã Americano, Mahmoud Ahmadinejad descobriu o jeitinho brasileiro com os mestres da corrupção mundial. Afinal…não é por acaso que o presidente “lula” possui nove dedos.

A notícia completa encontra-se em:

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2068/o-acordo-secreto-do-brasil-com-o-ira-142682-1.htm

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A crise econômica mundial ameaça a segurança dos EUA

quarta-feira, 10 de junho de 2009


eua-criseA crise econômica mundial constitui a principal preocupação dos Estados Unidos a curto prazo em termos de segurança, declarou nesta quinta-feira o diretor da Inteligência americana, Dennis Blair, ao apresentar seu relatório anual ante o Congresso.

“A principal preocupação a curto prazo dos Estados Unidos é a crise econômica mundial. Esta provavelmente é a maior ameaça que pesa sobre nós. Quanto mais demorar a reativação (da economia), maior será o risco de graves danos aos interesses estratégicos americanos”, afirmou.

Seu relatório, que aborda várias questões pertinentes à questão da inteligência americana e foi apresentado ao comitê de Segurança do Senado, diz que a Al-Qaeda, enquanto grupo terrorista, está “menos capaz e eficiente” do que há a um ano.

“Em razão da pressão que nós e nossos aliados exercemos sobre a direção da Al-Qaeda no Paquistão e do declínio contínuo da facção mais importante da Al-Qaeda na região, no Iraque, a Al-Qaeda é hoje menos atuante e eficiente do que há um ano”.

“Apesar disso, a Al-Qaeda, suas facções e seus aliados continuam sendo inimigos perigosos e acreditamos que continua a planejar atentados na Europa e no Ocidente”, advertiu.

Em relação ao Irã, o chefe da Inteligência admitiu não saber se o o país atualmente desenvolve armas nucleares, mas garantiu que “Teerã mantém essa opção sobre a mesa”.

No que diz respeito a outra preocupação em termos nucleares, a Coréia do Norte, Blair afirma que Pyongyang não pretende usar seu arsenal nuclear a menos que o regime de Kim Jong-Il sinta que sua sobrevivência está em risco.

Blair informou ainda que a Coréia do Norte vendeu mísseis balísticos para o Irã e outros países do Oriente Médio, e ajudou a Síria a construir um reator nuclear.

“As ambições nucleares de Pyongyang e sua conduta de proliferação ameaçam desestabilizar a Ásia Oriental”, enfatizou.

“Provavelmente Pyongyang vê suas armas nucleares mais como uma forma de dissuasão, prestígio internacional e de diplomacia coativa que para enfrentamentos bélicos e contemplaria usá-las sob certas circunstâncias extremas”.

A respeito das especulações sobre a saúde de Kim, informou que líder norte-coreano “provavelmente sofreu um derrame em agosto que o incapcitou por várias semanas e o impede de administrar ativamente como antes”.

“Contudo, suas atividades públicas recentes sugerem que a saúde dele melhorou significativamente”, acrescentou.

O general reformado também afirmou que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, continuará oferecendo refúgio à guerrilha colombiana das Farc, com as quais mantém ligacões de longa data.

“Chávez provavelmente manterá suas ligações de várias décadas com as Farc ao proporcionar-lhe refúgios devido a sua afinidade ideológica com o grupo e seu interesse em influenciar a política colombiana”, denunciou Dennis Blair.

O diretor nacional de Inteligência indicou ainda que o conhecimento público de documentos que mostravam os nexos do presidente venezuelano com as Farc encontrados no computador de um ex-chefe guerrilheiro morto num ataque em março do ano pasado “forçaram Chávez, ao menos retoricamente, a melhorar as relações com Bogotá”.

Funcionários americanos denunciaram no passado que as Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia (Farc) mantêm refúgios em território venezuelano, o que é negado taxativamente por Caracas.

Além disso, o governo Chávez serve de ponte para o Irã melhorar suas relações diplomáticas e comerciais com países latino-americanos.

“A relação pessoal entre o presidente do Irã, (Mahmud) Ahmadinejad, e Chávez conduziu a relações econômicas e militares bilaterais mais fortes, apesar de os dois países ainda estarem lutando para superar os obstáculos burocráticos e lingüísticos para implementar acordos”.

A organização libanesa Hezbolah, considerada “terrorista” por Washington, explora a crescente ligação de Chávez com Teerã, os frágeis controles financeiros e de frontei da Venezuela e a corrupção generalizada nesse país.

O informe de Blair acrescenta que o Hezbollah “mantém presença na Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai, uma região notória pelo tráfico de drogas e armas”.

Fonte: G1

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Alan Keyes: Governo de Obama instalará o terror e a lei marcial será declarada


GYI0051109806.jpgCandidato presidencial formal nos dá seu mais fatal aviso até agora sobre planos de Obama.

Candidato presidencial formal Alan Keyes deu, talvez, seu mais fatal aviso até agora, dizendo que a administração de Obama está preparando um palco para um ataque terrorista, declarando uma lei marcial e cancelando as eleições de 2012, o que é motivo o qual eles estão demonizando seus inimigos políticos comparando-os a criminosos e terroristas.

Keyes é mais conhecido pela sua performance durante os Debates Republicanos do ano 2000, quando ele foi ACCREDITED por vários meios da mídia como sendo o mais claro vencedor da série de debates com George W. Bush e John McCain.

“É óbvio que eles não pararão por nada”, disse Keyes aos atendentes de uma recepção em Fort Wayne, e continuou, “Nós iremos acordar um dia e essa série de ataques terroristas, a economia paralisada… lei marcial será declarada em todo lugar nos Estados Unidos e isso não irá parar até que a crise termine”.

Keyes disse que a América deveria estar agradecida se eles virem uma eleição em 2012, constatando, “Se nós não acordarmos e trabalharmos para ver que isso está acontecendo, não veremos outra eleição”.

“No minuto em que eles pensarem que podem prosseguir com isso, eles acabarão com esse sistema de governo e esta é a intenção deles”, adicionou Keyes, dizendo ainda que todos agindo como se o tempo em que estamos seria apenas “negócios como sempre”, relembra-o a ação dos políticos da República de Weimar, quando Hitler estava crescendo no poder na Europa do Leste quando os Comunistas estavam crescendo depois da Segunda Guerra Mundial.

Keyes disse que por causa da maioria da população são de mente decente, eles acreditam que outros jogarão pelas regras quando simplesmente este não é o caso, alertando que esta atitude irá permitir que o mal seja instalado antes mesmo que possamos fazer algo sobre isso.

“É tão claro que temos agora que colocar uma coisa na cabeça – eles não estão jogando de acordo com as regras e eles não querem isso – se eles estivessem seguindo as regras eles não estariam tentando identificar seus opositores como criminosos”, disse Keyes, fazendo referência à recente controvérsia que rondava o lançamento dos relatórios da MIAC e Homeland Security, que sugeriam que os americanos que exerciam e eram sábios sobre seus diretos constitucionais eram uma ameaça à coação das leis e terroristas domésticos em potencial”.

Keyes disse que a única solução vinha de cima porquê nossos líderes “são tão covardes que eles sequer perguntam se a Constituição é obrigada a ser clara, plana, absolutamente inequívoca de requerimentos”, e responde mansamente com “seus lábios trancados e seus corações aterrorizados”.

Keyes também alertou sobre a agenda de Obama para criar uma Força de Segurança Civil e disse que era parte da agenda ultimato desarmar os cidadãos americanos e criar um estado de polícia.

Keyes tem sido um critico vocal de Obama, alertando-nos de que ele é um Comunista radical que está determinado a destruir a América, e que sua agenda não parará até que o país que conhecemos se torne inexistente.

Tradução: Fimdostempos.net

Fonte: Prison Planet

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Milhares de demissões, mas Brown vislumbra “Nova Ordem Mundial”


gordon-brown-4Da France Presse

LONDRES, 26 Jan 2009 (AFP) – Em meio aos anúncios de cortes de milhares de empregos na Grã-Bretanha, o primeiro-ministro Gordon Brown advertiu nesta segunda-feira que a crise não deve servir de desculpa para se refugiar no protecionismo e afirmou que uma “nova ordem mundial” aparecerá após a recessão.

A Grã-Bretanha, que semana passada entrou oficialmente em recessão econômica, acordou nesta segunda-feira com o anúncio de que a Corus, maior empresa siderúrgica da Europa, demitirá 3.500 funcionários no mundo, dos quais 2.500 nesse país.

Somente neste ano, diversas empresas no país, desde fabricantes de roupas a montadoras, passando pela empresa de telecomunicações British Telecom (BT) e os bancos – cujas ações despencaram, arrastando a libra, anunciaram milhares de demissões.

Neste contexto desanimador, Brown advertiu mais uma vez nesta segunda-feira que a única solução para a crise passa pela coordenação internacional e lançou uma advertência para as pessoas que, usando o argumento da crise, apostam no protecionismo. Em um discurso aos correspondentes estrangeiros em Londres, Brown destacou que é necessária uma ação global para uma rápida recuperação da economia e lançou novas críticas contra o protecionismo.

“Assim como alguns querem, podemos fechar os mercados, de capital, serviços financeiros, comerciais e trabalhistas, e assim reduzir os riscos da globalização”, declarou Brown. “Mas isso reduziria o crescimento mundial, nos negaria os benefícios do comércio mundial e mandaria milhões de pessoas à pobreza”, alertou.

“Poderíamos ver as ameaças e os desafios que estamos enfrentando atualmente como um início difícil de uma nova ordem mundial e nossa tarefa atual como a transição para os lucros de uma empresa global em expansão, mediante um novo internacionalismo”, declarou Brown, que na sexta-feira reconheceu que não havia vislumbrado o alcance desta crise. Os dados oficiais confirmaram na sexta-feira que a Grã-Bretanha está em recessão.

O primeiro-ministro antecipou que pedirá aos países que façam os ajustes necessários para um futuro melhor e estabeleçam as novas normas para uma nova ordem mundial, durante a Cúpula do G20, o grupo dos principais países industrializados e emergentes do mundo, que será realizada em 2 de abril em Londres.

No plano político, as demissões e a recessão custaram muito a Brown: o apoio popular ao primeiro-ministro e seu governo retrocedeu, e os conservadores estão em vantagem agora sobre os trabalhistas, por 15 pontos, revelaram pesquisas divulgadas neste domingo.

Semana passada, o governo de Brown divulgou um novo plano de resgate bancário para garantir a concessão de créditos, mas não parece ter conseguido devolver a confiança nem aos bancos nem aos consumidores britânicos, muitos menos aos eleitores.

Fonte: Portal G1

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Walter Eichelburg, Engenheiro.

Grandes Bancos – Socorro é inviável para o estado

São enormes para que ainda possam ser salvos pelos respectivos países

O ano novo traz um agravamento da crise bancária, especialmente para os grandes bancos. Nos EUA, o Citigroup e o Bank of América estão pendurados e com a corda no pescoço; na Alemanha, o Commerzbank foi salvo no último minuto através de uma parcial estatização. E a coisa também não está nada boa para o Deutsche Bank, de Joe Ackermann. Na Grã-Bretanha, os grandes bancos, em sua maioria, estão diante da estatização, ou já foram estatizados.

Aqui segue uma lista das perdas em ações dos grandes bancos, extraída do jornal “Midas”, de Bill Murphy: Bank of América menos 77%, Wells Fargo Bank menos 60%, Citigroup menos 39%, JP Morgan menos 58%, Barclays menos 42%, Deutsche Bank menos 52%.

Notem que essa perda do valor das ações correspondem somente aos primeiros 20 dias do ano 2009. Em 2008, eles já tiveram perdas maciças. As ações dos bancos revelam muito sobre sua “saúde financeira”. Pouco antes da falência ou de um salvamento de urgência, as ações caem dramaticamente. Dos números, pode-se ver claramente que os grandes bancos do Ocidente se encontram no momento em uma luta de vida ou morte. Pode-se contar a qualquer momento com a morte ou estatização.

Atual estatização dos bancos levará os países à morte

O que pôde ser visto no ano passado, na Islândia, esse mesmo drama acontece agora na Grã-Bretanha. A libra se desvaloriza, os bancos balançam. Entrementes, já se fala em falência do Estado. O legendário investidor Jim Rogers recomenda a todos os britânicos para que retirem o dinheiro do país e se livrem da libra.

Segundo declaração neste final de semana por parte de um ministro do gabinete de Gordon Brown, Lord Mandelson, “The banks are fucked, we re fucked, the country s fucked.” – NR.

Se o governo britânico estatizar todos os bancos, então teremos 61 bilhões de reserva em dólar do país, frente a 4.400 bilhões de dólares em dívida internacional dos bancos – todas as dívidas dos bancos tornam-se então dívidas públicas. É claro que essa conta não fecha. Provavelmente o Estado britânico será um dos próximos a cair. A libra britânica se desvaloriza, como é típico em tais casos.

Muito grande para ser salvo

Aqui se pode ver claramente que os grandes bancos são “too big to bail”, ou seja, muito grandes para serem salvos pelos respectivos paises. Os bancos levam, no caso de um “salvamento” estatal, o próprio país junto com eles. Na zona do Euro existem alguns paises diante da bancarrota, como a Irlanda ou Grécia. Mesmo a Alemanha já tem problema atualmente em vender Títulos do Tesouro. A crise dos grandes bancos que está chegando será também uma crise de sobrevivência dos Estados e das moedas.

Os botes salva-vidas ouro e prata serão utilizados logo – especialmente na zona do Euro.

Walter Eichelburg, engenheiro.

O autor do artigo não é um consultor financeiro, mas sim um investidor em Viena – NR.

Fonte: Inacreditavel

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