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Produtor de filmes produz Bíblia Gay, condena a heterossexualidade

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vejam essa notícia que tem por fonte o site de Julio Severo, uma matéria sobre um produtor de filmes que teve a audácia de deturpar a Bíblia Sagrada e trasforma-lá em “Bíblia Gay”.

Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida.

“Há muitas diferentes versões da Bíblia. Não vejo motivo por que não possamos ter uma Bíblia gay”, disse Max Mitchell numa declaração num site para o seu novo projeto.

A “Bíblia gay”, produzida pelos Estúdios Revisão, com sede no Novo México, EUA, declara que Deus instrui que “é melhor ser gay do que heterossexual”.

Mitchell disse que ele desenvolveu a idéia da “Bíblia” a partir de seu novo projeto cinematográfico, chamado “Horror in the Wind” [Horror ao vento], em que uma substância levada pelo ar “muda a orientação sexual do mundo”.

Ele disse que se chama “A Bíblia da Princesa Diana” por causa das “muitas boas obras” de Diana.

O site oferece uma pré-estréia do projeto, com previsão de disponibilidade para 2009.

Na versão de Mitchell, o livro de Gênesis fala sobre Aida e Eva:

“E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam”.

A nova versão continua:

“E Eva concebeu, e deu a luz Caim, e disse, ‘criamos um filho à imagem de Deus’. E Deus disse que o macho era diferente da mulher porque ele foi gerado pela serpente… E Eva de novo concebeu da serpente e deu a luz Abel, irmão de Caim. E Abel cuidava das ovelhas, mas Caim cuidava da terra”.

De acordo com o site homossexual Queerty.com, Mitchell descreveu sua obra como divinamente inspirada.

“Jesus era gay. Nos tempos bíblicos, os relacionamentos homossexuais eram tão comuns que ninguém pensava duas vezes. O que era considerado pecado era a heterossexualidade”, ele disse no site.

Na página de comentários do site, um participante disse: “Aida e Eva são um sopro de ar fresco na face da reprimida homossexualidade da sociedade. Finalmente, uma versão da Bíblia com a qual todos podem se identificar”.

No site Belieftnet.com, alguém postou um comentário expressando oposição ao projeto:

“De vez em quando, a arte mais distorce a verdade do que a transcende, e é aí que tenho de decidir o que é aceitável ou não. Daí minha oposição à ‘Bíblia da Princesa Diana’ que está para vir”.

“Esse livro é inspirado por uma agenda política e o desejo de uma pessoa de torcer não somente o texto, mas o próprio contexto, para satisfazer sua própria perspectiva. Isso, você poderá dizer, é o que os comentaristas fazem — e talvez até mesmo os tradutores —, mas esse cara está se fazendo de ‘autor’, que faz de sua obra um livro, não uma Bíblia”, comentou esse participante.



CONSIDERAÇOES

TERRIVEL NAO???SIM ISTO PROVA MAIS UMA VEZ Q ESTAMOS NO FIM DOS TEMPOS

Ninguém pode mudar o que já foi inspirado por DEUS A Bíblia afirma na Segunda Carta à Timóteo 3.16 o seguinte: “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”

1 comentários:

Duobla disse...

É necessário não julgar e perceber que essa pessoa deve estar em desequilíbrio. Durante a sua vida, ele pode ter se sentido diferente, escarnecido e humilhado. Hoje há mais abertura e entendimento em relação a essas questões, mas ainda há muito preconceito. Em grande parte, ser gay não é algo voluntário, a pessoa é impulsionada a sê-lo. Não é simples questão de escolha. Algo assim, só vem a demonstrar a insatisfação do autor, em face de uma sociedade que de alguma forma o excluiu. Ele deseja ser aceito como é.
O texto não atinge a Deus, nem denigre a Sua mensagem que é incorruptível na essência. Por outro lado, foram os próprios líderes religiosos que corromperam a Palavra Divina. Basta observar os falsos mestres que vendem um falso Deus e mercantilizam falsas promessas. Oremos pelo autor do livro, para que ele respeite a fé alheia, como gostaria de ser respeitado em sua orientação sexual, não o julguemos. Apontar e condenar o próximo não revela Cristo.