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OBAMA VIRA ESTATUA

sábado, 13 de junho de 2009


Caminhão carrega escultura do presidente dos EUA Barack Obama; a obra, criada pelo artista David Adickes, vai ser transportada para o Parque dos Presidentes, na Dakota do Sul

O escultor David Adickes trabalha em sua escultura do presidente dos EUA, Barack Obama, nesta terça-feira (2), em seu estúdio em Houston, no Texas. O busto de concreto e aço, que terá 5,4 metros de altura quando pronto, vai ser instalado no Parque dos Presidentes, no estado de Dakota do Sul, onde se juntará a estátuas dos outros 43 presidentes americanos. (Foto: AP)


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Boneco gay em homenagem ao pastor evangélico Edino Fonseca.

sexta-feira, 12 de junho de 2009


Boneco gay em homenagem ao pastor evangélico Edino Fonseca.

O polêmico boneco criado pelo escultor brasileiro Fernando Carpaneda em Nova Iorque, está deixando católicos e religiosos homofóbicos com os cabelos em pé! Charlie, o boneco gay,foi criado pelo artista e sua composição foi inspirada em vários ícones gays e religiosos da atualidade. O corpo do boneco, por exemplo, foi baseado no do jornalista e fotógrafo russo Slava Mogutin, que é a maior celebridade gay da Rússia (em homenagem ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, que proibiu as manifestações do orgulho gay no país). O rosto do boneco foi inspirado no do pastor evangélico brasileiro Edino Fonseca (em homenagem ao maior político homofóbico brasileiro). O boneco vem caracterizado em quatro versões: uma skinhead (em homenagem ao maior grupo homofóbico do mundo), outra vestido com uma 'casula gótica', igual a do padre Marcelo Rossi (ícone católico brasileiro) uma versão Arábe e outra Judeu em homenagem ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Charlie ainda vem com pênis adaptável, podendo usar em modelo flácido não circuncidado ou ereto. O modelo do pênis foi baseado no do própio artista. O nome Charlie é uma homenagem ao presidente da The Leslie Lohman Gay Art Foundation, maior fundação de arte gay no mundo. O boneco também é dedicado ao Papa, uma vez que este é o mais preconceituoso líder religioso da história contemporânea. Charlie tem 30 cm de altura, várias tatuagens pelo corpo e está sendo vendido ao preço de $300 dolares pela Fundaçao Leslie Lohman e por várias lojas no Village em Nova Iorque.
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Boneco de Hitler vendido em lojas da Ucrânia


A réplica de 40 centímetros do líder nazista é vendida dentro de uma caixa com os anos de nascimento e morte dele e vem acompanhada de quatro opções de roupas, desde o estilo do jovem Hitler até o jaquetão que ele usava durante a Segunda Guerra Mundial.


impressionante como pode tanta hipocrisia um ditador alemao sendo homenageado em forma de boneco
seria este entao o verdadeiro *brinquedo assassino/?
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O discurso iluminista de Obama no Oriente Médio

quarta-feira, 10 de junho de 2009


obama islãResumo: Obama apresentou na semana passada (05/06/09) um discurso iluminista e uma maneira de resolver os problemas de forma materialista (parcerias globais). Mas o verdadeiro problema do mundo islâmico é totalmente espiritual.

O presidente americano, tentando agradar gregos e troianos, se referiu como um cristão, mas que tem descendência muçulmana:

“Sou cristão, mas meu pai veio de uma família queniana que inclui gerações de muçulmanos.”

Logo em seguida, ele praticamente se declara um mulçumano quando diz ser um descendente de Hussein

“Muita coisa já foi dita sobre o fato de um afro-americano com o nome Barack Hussein Obama ter podido ser eleito presidente.”

Se a intenção de Obama era se declarar um descendente do Imam Hussein ele pode escolher duas opções que são: 1) Imam Al-Hussein Ibn Ali, “Senhor dos Mártires”; 2) Imam Ali Ibn Al-Hussein, “Formosura dos Devotos”.

Mas os seus planos para o oriente médio são totalmente materialistas. Nessa outra frase, ele destaca a importância do iluminismo islâmico para a Europa.

“…Foi o islã –em lugares como a Universidade Al Azhar– que carregou a luz do saber ao longo de muitos séculos, abrindo caminho para o Renascimento e o Iluminismo na Europa…”

Seguindo a linha iluminista de liberdade, Obama apresenta a sua solução para o oriente médio que são parcerias globais totalmente materialistas.

“Nossos problemas precisam ser enfrentados através da parceria; o progresso precisa ser compartilhado (….) Também sabemos que o poderio militar, por si só, não será capaz de resolver os problemas no Afeganistão e Paquistão. É por isso que pretendemos investir US$1,5 bilhão por ano nos próximos cinco anos para formar uma parceria com os paquistaneses para a construção de escolas e hospitais, estradas e empresas, e centenas de milhões para ajudar as pessoas que foram deslocadas. E é por isso que estamos providenciando mais de US$2,8 bilhões para ajudar afegãos a desenvolver sua economia e a providenciar serviços dos quais as pessoas dependem. “

Ao apresentar soluções materiais para o mundo islâmico, ele está se comportando como o Masih ad-Dajjal (O Anticristo islâmico (I João 2 : 18)) que será destruído por um outro “parente” de Husseim conhecido como o Imã Mahdi (Apocalipse 17:8).

Para que isso fique uma guerra entre família, outro Hussein conhecido como: [1] Mirzá Hussein Ali (Baha’u’llah) ou o Imã Mahdi[2], propõe outra solução para o oriente médio. Somente através da sua manifestação espiritual (Apocalipse 17:8) surgirá a suposta paz global. Abaixo mais um trecho de suas epístolas (Ezequiel 3:1):

“…O fanatismo religioso e o ódio são um fogo que devora o mundo, cuja violência ninguém pode abafar. Somente a Mão do Divino poder é capaz de libertar a humanidade desta desoladora aflição…” (Epístola O Filho do Lobo- Bahá’u’llah).

Tradução de Clara Allain

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u576604.shtml


[1]- A escrita Hussein pode apresentar algumas pequenas váriações.

[2]- Obs. Com a transferência do trono de Davi para Pérsia, através de seu descendente Bostanai que deu origem a familía Hussein; um Hussein (atual Irã) se torna automaticamente um descendente de Davi (Israel).

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Fim do Dólar I: O que virá depois?

2989589513_09a598eff6A dívida dos Estados Unidos da América ultrapassa, em valor, a soma de todas as dívidas públicas e privadas de todos os outros estados e cidadãos do mundo. É óbvio que é impossível o seu pagamento por caminhos ditos “normais”.

Ainda há poucos anos, a dívida da Federação Russa era considerada enorme (porém, incomparavelmente menor do que a actual americana). No entretanto surgiu a mão de ferro que a libertou dos seus sanguessugas. Não só pagou tudo o que devia como até acumulou novas riquezas, o que lhe permite fazer frente aos grandes desafios político-militares que se avizinham.

O mês de Junho/08 foi pouco animador para o mercado norte-americano. No decorrer da reunião entre o FMI e o Banco Mundial, o ministro das Finanças da Rússia afirmou que o seu país deixou de considerar o dólar como moeda de reserva. Para Alexei Kudrin, a volatilidade (ondulação cambial) do dólar e o abismo do seu déficit comercial “são nitidamente sinais preocupantes em relação ao seu estatuto como moeda de reserva mundial. A comunidade internacional não pode estar satisfeita com esta instabilidade”.

O anúncio do ministro russo começou já a provocar reacções noutros países. Como exemplo citamos o Banco Central sueco que anunciou a descida das suas reservas em dólares de 37% para 20%. Em contrapartida, vai aumentar as suas reservas em euro de 37% para 50%. A República Popular da China, curiosamente o maior proprietário de dólares americanos neste momento, está a lançar os mesmos no mercado internacional, através de investimentos um pouco por todo mundo.

Entretanto, o presidente da Federação Russa, Vladimir Putin declarou que as reservas de divisas estrangeiras e de ouro no seu país vão este ano ultrapassar a dívida nacional, sublinhando que: “Já não precisamos de pedir ajuda financeira exterior. Estamos a pagar as nossas dívidas a tempo e horas, e até antes dos prazos previstos”.

Este cenário contrasta drasticamente com a situação norte-americana. A dívida nacional dos Estados Unidos ultrapassou os oito triliões de dólares. No início deste ano as reservas russas em ouro e divisas estrangeiras atingiram os 247 biliões de dólares enquanto a dívida nacional russa estava em 258 biliões de dólares.

Os EUA não têm esta possibilidade! Não existe a mão de ferro com vontade de os limpar dos seus sanguessugas. Estes tomaram posse do dinheiro e da informação e controlam assim a nação.

O fim anunciado do reino do Dólar


2990357918_ee71815bf7Uma vez que o México, o Canadá e os EUA já há bastante tempo se encontram comercialmente interligados, surgiu agora a hipótese de espalhar a monstruosa dívida americana sobre os seus estados vizinhos. Nada melhor de que fazer isto com uma grande festa de “UNIÃO”. Assim vai nascer a “UNION OF NORTH AMERICA”.

Juntam-se três que, basicamente, assumem a dívida de um, visto que as dívidas do México e do Canadá, com suas potências de petróleos ainda por explorar, não têm peso em comparação à dívida dos EUA (cujos poços, quase esgotados e de má qualidade, já não merecem crédito de peso).

Uma união destas, com três nações com moedas diferentes, permite a instalação de uma nova moeda única para os três. A moeda proposta é o AMERO e o ano da sua introdução o de 2007.

O aparecimento de uma nova moeda não exige apenas a retirada das três antigas, mas também a avaliação da nova. Este é precisamente o momento, onde se pode, desavergonhadamente, cometer a maior destruição de dinheiro alguma vez vista. Ao que parece, está a propor-se uma desvalorização do Dólar Americano em cerca de 90 %. Isto é facilmente visível pelas moedas do AMERO que estão a ser propostas. Uma de cobre de 20 AMEROS e uma de níquel de 100 AMEROS. Aproveita-se a ocasião para explorar também o mundo numismático, vendendo-lhes moedas comemorativas em Prata 999 e PROOF com a comemoração do 4º Centenário do estabelecimento da Colónia Britânica em JAMESTOWN-VIRGÍNIA.

Que a preparação desta “UNIÃO” já começou há muito se tornou bem visível com a igualação das pautas aduaneiras entre o Canadá e os EUA. Na fronteira com o México, onde se vê uma cada vez mais crescente onda de emigração deste país para os EUA, nota-se um maior esforço político na sua legalização do que no impedimento da sua entrada.

A queda destas fronteiras causará a ida em massa de mexicanos e outros, central ou sul-americanos, para os EUA e o Canadá. O desemprego, já enorme por causa da transferência de grande parte da indústria norte-americana para o Extremo Oriente, vai aumentar ainda mais. A oferta maciça de mão-de-obra barata não vai, sequer, trazer de volta as antigas capacidades de exportação norte-americanas.

As consequências disto vão ser muito graves!

Fonte: Projeto Grifo

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A moeda americana virará papel sem valor

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Os Estados Unidos da América do Norte possui um déficit comercial de 2,5 trilhões de dólares (USD) com a China e dez trilhões de USD de dívida nacional. Com o colapso da economia norte-americana, o dólar vai sumir e entrará em cena, no seu lugar, uma nova moeda, chamada Amero.

Segundo Hal Turner [1], os EUA já enviaram 800 bilhões de Ameros para a China, especificamente para o China Development Bank. No vídeo [2], Hal mostra uma moeda metálica de 20 ameros, do estoque mandado para a China. Esta moeda, em particular, foi cunhada em 2007 na cidade de Denver-Colorado-USA (marca “D”, na moeda).

O amero será colocado em circulação logo após a bancarrota dos EUA e será usado para integrar esse país na União Norte-Americana, constituída por EUA, Canadá e México.

Como se dará o colapso do USD, antes do verão – junho/julho/agosto – de 2009:

A uma certa altura, a quantidade de USD pertencentes ao governo dos EUA irá requerer o pagamento de um juro (ao FED!) – cobrado sobre todo esse dinheiro – que será impagável . Os juros incidem sobre os 10 trilhões de USD da dívida nacional, aumentada pelo recente auxílio financeiro de 850 bilhões de USD da crise atual. O que vai ocorrer é que o recolhimento de todas as taxas e impostos federais não serão suficientes para pagar apenas os juros da dívida nacional.

No dia em que isso ocorrer (primeiro semestre de 2009, no máximo), o secretário do Tesouro dos EUA irá declarar uma “medida forçada” de repúdio da dívida dos EUA (para com o FED). Em questão de dias, o USD não valerá mais nada, pois nenhum país do mundo irá querer receber USD. Com isso, as importações dos EUA irão secar rapidamente – incluindo alimentos e petróleo. Sem petróleo, os próprios alimentos nacionais não serão distribuídos à população. As cidades irão virar um caos. Bandos selvagens irão invadir os lares (após saquearem todos os supermercados) procurando por comida. Se você não se proteger (com revólveres e rifles/fuzis/espingardas), os vândalos irão levar sua comida. Chamar pela polícia será inútil. No final, as pessoas se matarão pela comida. A declaração de estado de sítio, com toque de recolher (lei marcial), será inevitável.

Uma vez acontecendo isso, o secretário do Tesouro dos EUA irá “desmonetizar” o dólar (USD), isto é, o USD não será mais dinheiro. Quem tiver bens lastreados em USD – poupanças, contas correntes, ações, fundos mútuos, etc – não mais terão dinheiro, e muitas pessoas ficarão imediatamente sem nada (pobreza absoluta). Os EUA apostam que haverá suficiente pânico na população para que o governo imponha que, para que as pessoas consigam de volta algum do dinheiro ganho anteriormente, os prejudicados aceitem a nova moeda Amero como dinheiro, na base de troca de cerca de 10 centavos de amero por cada USD.

“Temos, portanto, em execução a mais eleborada roubalheira da história do mundo” [2]. Hal sugere aos norte-americanos para transferirem seus USD para o exterior e convertê-los para outras moedas, como libras esterlinas, francos suiços, francos franceses, etc. evitando os Euros, que também não são lastreados em metais preciosos.

O vídeo que tem a referência abaixo já foi removido do Youtube “por violação dos termos de uso”, ou seja, censura.

Referências:
[1] http://halturnershow.blogspot.com/
[2] Youtube

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EUA à beira da falência


eua_falencia1Essa crise econômica há tempos já deixou de ser uma mera crise no setor imobiliário americano e hoje virou uma grande crise que atingi todos os setores da economia mundial. Se as atitudes tomadas pelos governos das principais economias mundiais não surtirem um efeito imediato no mercado, consequências assustadoras tomarão conta do mundo todo.

Essa crise já virou um ciclo vicioso auto-sustentável e à cada volta que é dada, esse ciclo aumenta seu diâmetro de forma exponencial. É um raciocínio lógico. Tudo começa com a escassez de crédito nos bancos devido à crise imobiliária, sem crédito, as empresas não conseguem financiar seus projetos e acabam tendo prejuízos e têm que fazer corte nos postos de trabalho, aumentando o desemprego, as pessoas gastam menos e as empresas têm novos prejuízos e têm de fazer novos cortes, mais pessoas perdem empregos e assim vai até as empresas falirem uma por uma.

E para tentar conter esse ciclo, os bancos centrais do mundo todo, principalmente o FED, estão aprovando pacotes de resgate econômicos bilionários e que caso esses pacotes não surtam um efeito imediato consequências catastróficas estarão por vir num futuro próximo.

A dívida Pública Americana em agosto de 2008, antes do estouro da crise, era de US$ 9,6 trilhões. Com o estouro da crise, os EUA iniciaram a série de gastos bilionários com US$ 200 Bi para resgatar as gigantes hipotecárias, Fannie Mae e Freddie Mac, logo após gastaram quase US$ 100 Bi para recuperar o banco AIG e tantos outros bilhões usados para estatizar vários outros bancos e mais dinheiro para ajudar a outros bancos a adquirirem outros bancos em perigo.

Dívida pública dos EUA supera a barreira dos 10 trilhões de dólares

O 1º pacote destinado a salvar a economia proposto pelo governo Bush com o valor de quase US$ 800 Bi e tudo isso em conjunto com mais outros bilhões de gastos pelo FED em medidas conjuntas com outros bancos centrais para tentar manter a liquidez (dinheiro disponível) no mercado e que agora se junta com o pacote de US$ 900 Bi proposto por Obama. Ou seja, em menos de 6 meses a dívida pública americana aumentou em média US$3 Trilhões, mais de 30%, para ser mais exato segundo o economista Nouriel Roubini, que provocou risadas quando previu a crise a 3 anos atrás, o rombo na economia americana é de US$ 3,6 Trilhões. Se somarmos tudo, chegamos à conclusão que a dívida pública americana é de US$ 13,2 Trilhões.

Roubini diz que sistema financeiro na prática está falido

Se levarmos em conta que o PIB americano é de pouco menos de US$ 14 Trilhões, e que o mesmo vem em constante queda e que a dívida de US$ 13,2 trilhões, mais de 90% do PIB, vem aumentando rapidamente, logo, os EUA em questão de meses, assim com a Califórnia, estarão insolventes, ou seja, falidos!

Estados Unidos Produto Interno Bruto (PIB)

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Hiperinflação à vista

Nos últimos meses, várias instituições econômicas e personalidades políticas vêm alertando o mundo sobre o risco de uma hiperinflação na economia mundial. O último alerta veio de um relatório divulgado pelo banco Morgan Stanley, o qual fala que devido à alta impressão de papéis-moeda e o aumento da dívida pública dos países durante a crise pode criar uma hiperinflação.

Morgan Stanley não descarta a hiperinflação nos EUA, Grã-Bretanha e no restante da Europa

Para financiar suas despesas, os países criam um tipo de “vale”, chamado de título da dívida, esse título é uma espécie de garantia o qual atesta que “você” emprestou dinheiro a esse país e futuramente receberá o pagamento com desconto (Juros).

Títulos de dívida

Existem 3 formas de o governo arrecadar dinheiro:

1º – Aumentar os impostos;

2º – Imprimir dinheiro;

3º – Vender títulos da dívida

A melhor opção é vender os títulos da dívida, já que não dá pra aumentar os impostos em época de crise e nem imprimir dinheiro pois causaria inflação(alta nos preços).

Os Treasury’s(títulos da dívida americana) são considerados os mais seguros do mundo,ou seja, o risco de calote é mínimo. Mas a dívida pública dos EUA vem crescendo rapidamente assim como a economia mundial vai piorando e os juros nos EUA estão estacionados no zero, o que está ocasionando uma fuga dos investidores que por sua vez vão comprar títulos mais lucrativos de outros países. Ex.: Brasil

Devido às circunstâncias, os financiadores estão fugindo dos EUA aos poucos e no ritmo que a evolução da dívida pública vai, não vai demorar muito e os Estados unidos ficarão sem financiadores, o que já acontece hoje, em menor escala.

Sem ter quem financie seus gastos o governo vem tomando medidas arriscadas que consistem na impressão de papéis-moeda para comprar seus próprios títulos e pagar os juros da dívida pública.

FED vai comprar títulos da dívida

Se acaso essas medidas não surtirem efeito. Consequências assustadoras tomarão conta da economia mundial.

Devido ao aumento da dívida pública, as agências que medem o nível de segurança de investimento, rebaixarão os Estados Unidos a um nível de menor confiança, o que acarretará em uma fuga enorme de investidores o que fará com que a inflação seja elevada junto com a taxa de juros.

Dívida crescente e piora de fundamentos: os EUA terão seu rating rebaixado?

Isso somado com a queda avançada da produção, junto com o fim dos estoques dos produtos e com a demanda também diminuindo, mas num ritmo menor, os preços dos produtos vão começar a subir, já que não haverá mais estoques, a oferta irá diminuir e se acrescentarmos a isso a chegada inevitável da inflação na moeda chinesa que ocasionará uma inflação ainda maior na moeda americana, o que será agravado ainda mais quando a inflação atingir todo o mundo e todos os credores americanos se livrarem dos dólares de suas reservas

Como uma hiperinflação na china poderá atingir o Dólar

Consistentemente o crescimento econômico é o principal fator que tem contribuído para conter a inflação China. A inflação acontece quando a oferta de moeda cresce mais rápido do que a economia e, a economia da China tem crescido rapidamente. Este crescimento econômico tem contribuído para absorver as enormes quantidades de Yuan(moeda chinesa) que foram impressos para apoiar o dólar. No entanto, isso vai mudar em 2009. Devido à queda da procura global, a economia da China está com previsão de crescimento igual a zero, se não for negativo, o crescimento, que irá remover uma significativa redução da força contra a inflação e ampliar o impacto inflacionista da China.

É importante notar que, enquanto o crescimento econômico vai provavelmente ser negativo, a economia da China não vai cair. Além da demanda mundial por seus produtos baratos de bens de consumo, eles também se beneficiam pela substituição de importação interna. Esta é a razão pela qual as importações para a China estão caindo de forma rápida: os chineses são a favor da mudança para o produto barato interno em vez de caras importações estrangeiras. Portanto, embora tenha havido uma queda acentuada na demanda chinesa por grandes marcas (Dior, Chanel, Hermes, etc.) e outros artigos de luxo, também os produtos baratos estão voando fora das prateleiras.

No entanto, apesar da China ter alicerces sólidos, a desaceleração mundial atual é demasiadamente forte para que se possa escapar. A carnificina financeira mundial é tão grave que mesmo a procura de bens de consumo baratos diminuirá. Como resultado, mesmo a China podendo superar todos os países da terra, a sua economia sofrerá, em 2009.

A verdadeira ameaça para o dólar

O Banco Central da China coloca os dólares extra que recebe de seu superávit comercial em sua crescente reservas cambiais e, em seguida, imprime Yuan para pagar os exportadores chineses. Isto resulta em um aumento na oferta monetária da China, base por um montante igual ao do aumento da sua das reservas cambiais. Embora a capacidade da China para manter e acumular reservas é interminável, a sua capacidade para manter a sua oferta monetária não está sob controle.

Se houver um crescimento interno grande decorrente das fracas exportações, poderia forçar a China a diminuir suas reservas em dólar, podendo gera inflação. Quando a população se der conta que a inflação entrou num caminho sem volta e que a moeda não mais servirá como fonte de riqueza e nem como instrumento de troca começarão a livrar-se delas e a farão estoques de produtos em casa, o que no caso só irá contribuir para ainda mais no processo de desvalorização da moeda.

Vendo isso, o governo para tentar conter o rombo orçamentário imprimirá cada vez mais moedas, aumentará ainda mais os impostos e as taxas de juros abusivas, o que a essa altura não surtirá mais efeito algum na economia, muito pelo contrário, apenas aumentará a velocidade da evolução da dívida pública.

Uma galopante inflação resultaria em milhões de cidadãos com fome e iria criar agitação social generalizada. A manutenção da baixa dos preços dos alimentos é uma questão de sobrevivência política para autoridades chinesas.

Então, diante da escolha entre perder o seu controle sobre a inflação e perder o dólar, eles não hesitará um segundo a sacrificar o dólar para salvar sua própria pele.

E a hiperinflação continuará até que chegue a um ponto que nós conhecemos bem:

* O Dólar perderá todo seu valor e uma nova moeda será colocada em circulação.

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Fim do Dólar O papel do dólar como divisa de reserva chegará ao fim


paul-craig-roberts2-220-jpg801Paul Craig Roberts, Ex-secretário assistente do Tesouro na administração Reagan

É difícil saber onde Bush efetuou mais destruição, se na economia iraquiana ou na dos EUA.

No último número de Manufaturing & Technology News, o economista Charles McMillion observa que durante os sete anos de Bush a dívida federal aumentou em dois terços enquanto a dívida imobiliária duplicou.

Este maciço estímulo keynesiano produziu resultados econômicos deploráveis. O rendimento real mediano declinou. A taxa de participação da força de trabalho diminuiu. O crescimento do emprego foi patético, com 28 por cento dos novos empregos estando no sector governamental. Todos os novos empregos no sector privado são devidos a burocracias da educação privada e cuidados de saúde, e a bares e restaurantes. Foram perdidos 3,25 milhões de empregos manufatureiros e meio milhão de empregos de supervisão. O número de empregos na manufatura caiu ao nível de 65 anos atrás.

Isto é o perfil de uma economia do Terceiro Mundo.

A “nova economia” tem estado a incidir num défict comercial em produtos de tecnologia avançada desde 2002. O défict comercial estado-unidense em bens manufaturados amesquinha o do défict comercial em petróleo. Os EUA não ganham o suficiente para pagar a sua factura de importações, e não poupam bastante para financiar o défict orçamental do governo.

Para financiar os seus déficts, a América recorre à bondade de estrangeiros a fim de continuar a aceitar o derramamento de dólares e de dívida denominada em dólares.

Os dólares ainda são aceitos porque esta é a divisa de reserva do mundo

Na reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, o multimilionário negociante de divisas George Soros advertiu que o papel do dólar como divisa de reserva estava a chegar ao fim. “A crise atual é não só o fracasso que se segue ao boom imobiliário, é basicamente o fim de um período de 60 anos de contínua expansão do crédito baseada no dólar como divisa de reserva. Agora o resto do mundo está cada vez mais relutante em acumular dólares”.

Se o mundo está relutante em continuar a acumular dólares, os EUA não serão capazes de financiar o seu défict comercial ou o seu défict orçamental. Como ambos estão seriamente desequilibrados, a implicação é ainda maior declínio no valor de troca do dólar e uma ascensão aguda nos preços.

Certos economistas romantizaram o globalismo, deliciando-se na miríade de componentes estrangeiros em marcas de produtos estado-unidenses. Isto é bonito para um país cujo comércio está em equilíbrio ou cuja divisa tem o papel de divisa de reservas. É uma terrível dependência para um país como os EUA que tem estado ocupado a trabalhar para deslocalizar sua economia enquanto destrói o valor de troca da sua divisa.

Quando o dólar perder valor e perder a sua posição privilegiada como divisa de reservas, os padrões de vida estado-unidenses sofrerão um golpe sério.

Se o governo estado-unidense não pode equilibrar o seu orçamento cortando nos gastos ou aumentando impostos, no dia em que não mais puder tomar emprestado veremos o governo a pagar as suas contas imprimindo dinheiro como uma república bananeira do Terceiro Mundo. Inflação e mais depreciação da taxa de câmbio estarão na ordem do dia.

Fonte: Globalresearch.ca

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Crise Mundial: A China não conseguirá salvar os EUA


eua-chinaA próxima tragédia na economia mundial que irá acontecer será o estouro da bolha dos títulos do tesouro dos EUA. Quando isto acontecer talvez no final do ano, os investidores que compraram estes títulos estarão com papéis sem valor nas mãos, assim como os títulos hipotecários dos sistema imobiliário.

Por isso que tanto o dólar quanto o euro, vão perder o seu valor, porque com os bancos quebrando, logo em seguida vem o estado, já que vários chefes de estado estão cada dia mais injetando bilhões na economia, sendo em dólar ou euros, aumentando cada vez mais o défict orçamentário.

O Brasil tem mais de 200 bilhões de dólares, maior parte destas reservas são títulos do tesouro americano, ou seja, se a bolha estourar, a economia do Brasil estrará em dificuldade, assim como o restante do mundo e principalmente a China que hoje é o maior credor dos EUA.

Na notícia abaixo a secretária de estado dos Eua Hilary Clinton disse que a China e os EUA estão no mesmo barco, caso a economia dos EUA entre em colapso a China também estrará.

Hilary disse que é importante a China continuar investindo no défict dos EUA comprando títulos do tesouro, mas acontece que a China não está tão bem assim como no ano passado, com as exportações em baixa pela fraca demanda mundial o superávit das exportações que financiava a dívida dos EUA, este crédito quase já não existe, e o presidente Obama está fazendo ainda mais dívidas com novas emissões de títulos do tesouro para tentar salvar a economia americana, mas acontece que quem vai pagar a conta?

Com as exportações em declínio na China, eles tem que voltar para o mercado interno, então surge outro problema, com a demanda interna crescente, o nível de poupança chinês cai drasticamente, ou seja, menos dinheiro nos bancos chineses para financiar a dívida dos EUA.

Por isso que uma hora não vai ter como de não estourar esta bolha.

Economias dos EUA e da China estão no mesmo barco, diz Hillary

‘Vamos nos recuperar ou cair juntos’, disse a secretária de Estado dos EUA. Para ela, investimento da China nos EUA é uma decisão ‘muito inteligente’.

A China depende da recuperação da economia norte-americana, e os dois países vão se recuperar ou cair juntos, disse domingo (22) a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, durante visita a Pequim.

“Não seria de interesse da China que não sejamos capazes de colocar nossa economia novamente em movimento”, afirmou Hillary, em uma entrevista ao canal de televisão Dragon, com sede em Xangai, pouco antes de deixar Pequim.

“De todo modo, ao continuar apoiando os instrumentos do Tesouro norte-americano, os chineses estão reconhecendo nossa interconexão. Verdadeiramente, vamos nos recuperar ou cair juntos. Estamos no mesmo barco, e por sorte estamos remando na mesma direção”, declarou.

A China é a maior garantidora da dívida norte-americana no mundo, e Hillary afirmou que seguir investindo é uma “decisão muito inteligente”.

“Primeiro, porque é um bom investimento, é um investimento seguro. Apesar dos desafios econômicos que os EUA estão enfrentando, os EUA têm uma boa reputação de estabilidade financeira”, afirmou.

Segundo, porque nossas economias estão tão ligadas que os chineses sabem que para começar a exportar de novo ao seu maior, os EUA têm que tomar algumas medidas muito drásticas com seu plano de estímulo, e isso significa que faremos mais dívida”, acrescentou.


Professor de Harvard e Oxford, Niall Fergusondiz*, diz que bolha dos títulos americanos pode estourar até o final do ano de 2009

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Qual é a perspectiva para o que o senhor chama de Chimérica – a relação econômica simbiótica entre os Estados Unidos e a China – em 2009 e o G2, o encontro das duas potências?
Em primeiro lugar, o que chamo de Chimérica, a combinação entre a China e a América continua sendo central para o funcionamento da economia mundial e em muitos aspectos ela é a chave para sabermos se a crise atual se tornará uma Grande Depressão. Os Estados Unidos têm confiado por alguns anos na China e em outros países para financiar os déficits em conta corrente. E isso vai continuar acontecendo em 2009. A questão é saber o quanto do endividamento planejado pelo governo Obama a China estará disposta a financiar, num momento em que a economia chinesa está sofrendo efeitos severos da crise, causados pela queda de importações americanas. O grande risco é que as relações entre os dois países se deteriorem em função de discordâncias sobre comércio externo ou o câmbio. Para Obama, a coisa mais importante é se certificar de que as relações sejam as melhores possíveis. Assim, a Chimérica, a relação entre a China e a América continue a ser mutuamente benéfica. Essa será uma questão de enorme importância para o governo. E em relação a um encontro G2, entre os dois países, no nível mais alto, creio que ele precise acontecer o quanto antes. Não existe outra relação mais importante para os EUA hoje do que a China.

Como o senhor vê a disposição dos chineses em continuar financiando os sucessivos déficits americanos através da compra dos títulos do Tesouro dos EUA?
Bem, de um lado, os chineses tem menos recursos disponíveis. Isso significa dizer que muito do dinheiro que a China usava para comprar títulos americanos, como no ano passado, foi dinheiro obtido através dos superávits gerados pelas exportações chinesas. Mas em função da crise, já não é mais possível que a China continue gerando superávits naqueles níveis, uma vez que o comércio mundial declinou tão velozmente. Logo, os chineses terão menos dinheiro disponível para investir em moeda e ativos americanos, simplesmente em função das atuais condições econômicas. Ao mesmo tempo, é claro que a China precisa aumentar o seu nível de demanda doméstica, focando mais no aumento do consumo dos próprios chineses, que devem diminuir o seu nível de poupança. E se os domicílios chineses começarem a poupar menos, mais uma vez teremos menos recursos fluindo para o Banco Popular da China que possam ser investidos em ativos denominados em dólar. Mas acontece que os Estados Unidos irão continuar a emitir mais títulos do Tesouro para financiar os programas de recuperação econômica do governo Obama – tentando tomar mais dinheiro emprestado – e é aí que as tensões serão visíveis esse ano. Isso vai gerar um déficit de 1 trilhão a 1,5 trilhão de dólares. Isso vai ser difícil de financiar, e a China certamente não será capaz de absorver isso como fez no ano passado.

O senhor acredita que exista uma bolha no mercado de títulos do Tesouro americano prestes a estourar?

Certamente me parece que taxas de rendimento ao redor de 2% a 2,4% em notas de dez anos do Tesouro americano são inacreditavelmente baixas. E você teria que acreditar que o mundo está rumando para uma crise deflacionária no estilo do Japão nos anos 90 para que essa tendência dure indefinidamente. Isso não é um cenário de probabilidade zero. Aprendemos com a experiência japonesa que é possível termos uma enorme carga de dívida governamental e ainda assim baixas taxas de rendimento no caso de deflação. Também sabemos que existem crescentes pressões deflacionárias na economia global. Por outro lado, o Federal Reserve tem reagido com muito mais rapidez do que o Banco do Japão o fez nos anos 90 e o Fed tem imprimido dinheiro de forma tão agressiva, tão furiosamente, que não há como se perguntar se os Estados Unidos realmente terão uma deflação. Ao mesmo tempo, esses enormes déficits que podem chegar a 10% do PIB americano em 2010 não são calculados para agradar os investidores em títulos do Tesouro. Me parece que vamos chegar a um ponto em que o restante do mundo irá olhar para os Estados Unidos, com suas políticas monetária e fiscal e irá concluir que temos um cenário inflacionário adiante. Talvez isso aconteça já no final desse ano. E isso será uma questão crucial para os próximos meses. À certa altura, o sentimento vai mudar e os investidores vão concluir que não faz o menor sentido ficar sentado numa enorme pilha de títulos americanos, enquanto os EUA produzem enormes déficits. Isso vai acontecer – embora eu não saiba quando – pode ser uma questão de meses. Mas é certo que veremos uma mudança no humor do mercado internacional de títulos e uma significativa corrida de venda dos títulos americanos. E quando isso acontecer, as pessoas vão olhar para trás e compreender o que James Grant queria dizer quando declarou que ‘hoje uma nota de dez anos do Tesouro representa um risco de retorno zero em oposição a uma reserva de risco zero de retorno’.

A crise internacional já traz estragos significativos à economia brasileira. A maioria dos analistas prevê um crescimento de 2% neste ano, menos da metade do crescimento de 2008. Se tal previsão se concretizar, ainda assim podemos dizer que somos mais afortunados do que os americanos e europeus?
Bem, um crescimento de 2% é melhor do que um crescimento negativo. E uma vez que o mundo desenvolvido caminha para um ano de contração, nós poderíamos ver a economia americana contrair em até 3,5%. Mas o que sabemos da economia brasileira que nem sempre o país cresceu de forma tão forte quanto nos últimos anos. Não tenham dúvida de que esse ano será doloroso. Os dias em que os países Bric [grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia e China] podiam crescer a taxas tão altas fazem parte do passado porque acontece que a tese do descolamento era um mito. E a economia global é integrada – ela é apenas uma única economia, na realidade. E se a economia americana se contrai, todo mundo vai sofrer os efeitos disso. Nos Estados Unidos, as importações estão despencando. Logo, as exportações dos grandes países emergentes, como o Brasil, serão negativamente afetadas. Elas estão em queda livre. Mas se olhamos para os Brics, a Rússia é quem está em pior situação, devido à sua grande dependência do petróleo. E para falar a verdade, creio que no ano passado, o Brasil foi entre os Brics o país com o melhor desempenho. Logo, tais coisas são relativas. Não temos uma crise tão severa como a dos anos 30, pelo menos por enquanto. E creio que não será tão ruim como a dos anos 30. Creio que será algo mais parecido com os anos 80, em termos de problemas como o aumento do desemprego. E se olharmos para aquele período, o Brasil hoje se encontra numa situação muito mais sólida e confortável para enfrentar a desaceleração econômica.

Como o senhor vê a questão da desmoralização do princípio de risco moral?
Vivemos um tempo em que as lições que devíamos ter aprendido das décadas de 1970 e 1980 foram jogadas fora. Hoje tanto os bancos centrais quanto os órgãos reguladores em geral estão repensando essa questão enquanto lidam com a maior crise financeira desde a década de 1930. Para mim, o mais fascinante é ver o renascimento das teorias de John Maynard Keynes. De repente, todo mundo virou keynesiano em termos de política fiscal, mas igualmente extraordinária é a forma como a política monetária americana vem sendo conduzida por Ben Bernanke. As ansiedades de apenas alguns anos atrás, sobre os riscos inflacionários desapareceram. Mas não vejo a questão do risco moral sendo mencionada novamente. Creio é que preciso reconhecer que diante do risco de um enorme colapso do sistema financeiro internacional, a prioridade deve ser evitar o contágio sistêmico – para se evitar justamente a contração monetária que aconteceu na década de 1930, quando o Fed não agiu e acabou agravando ainda mais a crise. Temos que evitar isso, o que por outro não quer dizer que o salvamento de instituições em dificuldades possa ser feito indiscriminadamente.

O senhor acredita que aos olhos da comunidade financeira internacional, a gravidade da crise atual possa a vir a justificar calotes como o que ocorreu com a Argentina no começo da década, levando países em dificuldades em honrar suas dívidas a seguir o mesmo caminho?

Creio que ninguém quer seguir o exemplo da Argentina, o país do continente americano que já enfrentou o maior número de crises. Trata-se de um país que pode enfrentar uma crise financeira mesmo quando as coisas estão indo bem para os demais países. E o problema com a sucessão de crises argentinas é que elas praticamente impossibilitam que o país alcance um padrão de desenvolvimento sustentável. Já o Brasil se tornou um país em que sua dívida externa tem um papel muito menor hoje em dia. E a pujança da economia brasileira – mesmo diante da crise atual – é que nos últimos dez anos o país escolheu tomar as decisões acertadas, mesmo que elas significassem fazer sacrifícios, evitando os erros do passado, como o descontrole inflacionário e os calotes, além de mudar a lei de forma errática, como tem acontecido na Argentina em relação às regras dos fundos de pensão. Nada que aconteceu desde 2007 invalida a política macroeconômica brasileira. E tampouco os últimos anos justificam a conduta argentina. Tanto o Brasil quanto o Chile fizeram progressos enormes se comparados com a Argentina. No Chile, graças às reformas implantadas nos anos 80, hoje eles são o país latino-americano mais estável para atrair novos negócios.

Existem riscos de que a atual crise produza uma nova onda de protecionismo no comércio mundial?
Creio que sim, porque vários países já aumentaram suas tarifas e a Rodada de Doha acabou fracassando. Em épocas em que as economias se contraem e o desemprego cresce, os políticos julgam mais tentador seguir políticas protecionistas. Hoje o que mais me preocupam são algumas vozes no Congresso americano, principalmente entre democratas, que estão pedindo regras mais duras para as importações. Ou também um endurecimento sobre o que eles chamam de manipulação da moeda chinesa. Esse é o tipo de coisa com a qual devemos nos preocupar. A verdade é que hoje a globalização vem sendo questionada. Na cabeça de muita gente essa crise deve causar o retrocesso de projetos como de comércio livre e mobilidade de capitais. Eu ficaria surpreso, de uma perspectiva histórica, se não houvesse tentativas de reviver o protecionismo em algumas partes do mundo. Espero que o governo Obama resista a esse tipo de pressão, porque a lição da década de 1930 é clara: ao longo do tempo, uma proteção generalizada do comércio mundial só agrava a crise. Num momento em que o comércio já se contrai, a última coisa que precisamos é tornar as coisas piores do que já são. Na verdade, deveríamos estar pressionando por tarifas mais baixas para ajudar países pobres, como os africanos, a exportar seus produtos agrícolas. Mas politicamente isso é muito difícil de ser feito em tempos de recessão.

De que maneira o Congresso americano, de maioria democrata e protecionista influenciará o governo Obama?
Normalmente, podemos esperar um certo grau de deferência inicial do Congresso em relação ao novo presidente, mas precisamos lembrar de duas coisas: a primeira é que o próprio Obama integra a ala mais à esquerda do Partido Democrata e que ele conta com o forte apoio dos sindicatos, que não são defensores das políticas de livre comércio. E baseado em coisas que o Obama disse durante a campanha, ele não se demonstrou um admirador do Nafta e certamente é muito menos provável que ele busque acordos de livre comércio com os demais países latino-americanos. Logo, esse não é um governo que se pareça comprometido com o livre comércio.

* Niall Fergusondiz, Autor do livro ‘The Ascent of Money’ (A Ascensão do Dinheiro), que deverá ser lançado no Brasil pela editora Planeta, o historiador econômico Niall Ferguson, professor das universidades Harvard e Oxford.

Referências:

Portal Exame

Postal G1

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Crise Mundial: EUA fim de 2008 foi catastrófico para a economia e 2009 começa igual


msnbc_00011WASHINGTON (AFP) — A forte revisão para baixo do PIB dos Estados Unidos no quarto trimestre, anunciada nesta sexta-feira, mostra em que velocidade a atividade se deteriorou na primeira economia mundial no fim de 2008 – e aponta para uma situação tão ruim quanto no começo de 2009.

Em uma segunda estimativa oficial, o departamento do Comércio revelou que a baixa do PIB alcançou 6,2% em ritmo anual em relação ao terceiro trimestre, contra os 3,8% incialmente anunciados. Os analistas já esperavam esta revisão, mas não imaginavam que seria tão forte, com 5,4%. Esta contração da atividade é a mais aguda desde o primeiro trimestre de 1982.

Por outro lado, o PIB americano não tinha dois trimestres consecutivos de queda desde a recessão registrada entre o fim de 1990 e o início de 1991.

Estas cifras “são, talvez, o indicador mais claro dos atuais males da economia americana”, estimou o analista Augustine Faucher, do site Economy.com (agência Moody’s). “Atualmente, os Estados Unidos estão mergulhados na recessão mais profunda desde a depressão dos anos 30. Os problemas dos mercados de créditos se espalharam amplamente por toda a economia”, acrescentou.

De fato, os três tradicionais pilares do crescimento econômico – consumo varejista (que em tempos normais costuma representar mais de dois terços do crescimento americano), o investimento corporativo e o comércio exterior – despencaram em ritmo espetacular. O consumo caiu 4,3%, influenciando a evolução do PIB em -3,01 pontos percentuais.

O investimento, por sua vez, registrou uma baixa de 20,8% (-3,11 pontos do PIB), enquanto as exportações perderam 23,6% (-0,46 ponto do PIB). Ao mesmo tempo, os indicadores publicados desde o início do ano ainda não permitem que se sonhe com dias melhores dentro do curto prazo.

“As estatísticas divulgadas até agora para o primeiro trimestre mostram que estamos caminhando na direção de outro filme de terror, com novos recordes negativos nos índices de confiança dos consumidores, uma aceleração da queda do mercado de trabalho e novas reduções diretas no investimento das empresas”, explicou Rob Carnell, do banco ING.

No lado do consumo, os americanos têm apertado cada vez mais os cintos, preocupados com os anúncios constantes de demissões em massa. De acordo com o instituto privado de análise de conjuntura Conference Board, a população nunca se mostrou tão perturbada com um cenário de crise desde que a medição começou a ser feita, 40 anos atrás – nem mesmo em 1982, quando a taxa de desemprego chegou a 10,8%, contra os atuais 7,6%.

Diante deste panorama, as empresas adiam ao máximo seus planos de investimento, como comprovou na quinta-feira a queda das encomendas de bens duráveis registrada em janeiro: assustadores -5,2%, na sexta queda consecutiva, o que jamais havia ocorrido.

Fonte: AFP

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Crise Mundial: Vendas de automóveis nos EUA caem mais de 40% em fevereiro


gm-ford-chrysler2Este é o nível de vendas mais baixo dos últimos 30 anos. Desempenho da Ford caiu 48% e da General Motors, 52,9%.

Do G1, com informações da EFE e da Reuters

O setor automobilístico nos Estados Unidos sofreu outro mês desastroso em fevereiro, com perdas que superam 40% das vendas em relação a igual período de 2008. Este é o nível de vendas mais baixo dos últimos 30 anos. O resultado marca o 15º mês consecutivo de queda na venda de automóveis e já é visto pelos analistas como um agravamento da recessão dos Estados Unidos, reforçado pela desaceleração de outros mercados, como o europeu e o japonês.

Somente as vendas da Ford desabaram 48%, já as da General Motors caíram 52,9%. A Chrysler registrou queda de 44% no mês, passando para 84.050 unidades, contra 150.093 veículos vendidos um ano antes. As montadoras japonesas registraram quedas menos acentuadas: as vendas da Toyota reduziram 37% no mês e da Nissan, 38%.

A Ford disse em comunicado, divulgado nesta terça-feira (3), que no segundo trimestre do ano produzirá 260 mil veículos a menos que no mesmo período do ano passado, diante das “dificuldades” do ambiente econômico. Isso porque as três marcas do grupo Ford (Ford, Mercury e Lincoln) venderam em fevereiro apenas 94.044 unidades. A montadora destacou ainda que seus estoques caíram 32% durante fevereiro, para 405.000 unidades.

Ford Mustang estacionados à espera de compradores

Foto: David Zalubowski/AP“O ambiente econômico e competitivo continua difícil”, explicou Ken Czubay, vice-presidente de Vendas e Marketing da Ford. “Estamos decididos a seguir o curso e a permanecer concentrados, edificando os alicerces para o crescimento futuro com produtos com um estilo diferenciado”, acrescentou. Assim, no segundo trimestre do ano, a Ford planeja produzir 425 mil veículos na América do Norte.

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Comprador observa Chevrolet Tahoe, da GM

Foto: Lisa Poole/APEm situação mais crítica, a General Motors registrou em fevereiro uma queda anualizada de 52,9% em suas vendas nos Estados Unidos, onde apenas 127.296 unidades foram comercializadas.

A montadora vendeu um total de 53.813 carros, o que representa queda de 50% ante fevereiro de 2008, e 73.483 caminhões, redução de 55% na mesma base de comparação.

Apesar de as vendas terem despencado em relação ao ano anterior, a montadora disse que, em relação a janeiro de 2009, a comercialização de veículos na categoria “autos” subiu quase 34%.

“O mercado permanece difícil e desafiador”, afirmou em nota Mark LaNeve, vice-presidente para vendas de veículos, serviços e marketing da GM na América do Norte. “Nossos novos produtos continuam obtendo mercado e estamos estimando que a participação no varejo aumente com os modelos Malibu, Traverse, Enclave, HHR, Cobalt e G6″, disse o executivo.

Segundo a GM, os estoques tiveram queda de 160 mil veículos (17%) em fevereiro, em relação a fevereiro de 2008, para cerca de 781 mil veículos. Havia cerca de 337 mil carros e 444 mil caminhões em estoque no fim do mês passado, de acordo com a montadora. Em comparação com janeiro deste ano, os estoques diminuíram em 20 mil unidades.

Na Europa

Enquanto se prepara para investir em uma fábrica nos Estados Unidos, o grupo alemão Volkswagen divulgou também nesta terça-feira o fechamento do lucro líquido de 2008, em US$ 4,688 bilhões de euros, 13,7% a mais que em 2007. O consórcio antecipou que, no ano passado, faturou 113,808 bilhões de euros, 4,5% a mais que no ano anterior.

O lucro operacional aumentou 3%, para 6,3 bilhões de euros, enquanto o lucro antes de impostos cresceu 1%, para 6,608 bilhões de euros. No total, o grupo Volkswagen vendeu 6,27 milhões de veículos, 1,3% a mais que em 2007, além de aumentar sua participação no mercado mundial.

Fonte: Portal G1

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Jório Dauster: O pior da crise mundial ainda não chegou


a4c55a4d-7293-4439-857d-066d6098d553RIO – Diplomata que participou ativamente da renegociação da dívida externa num momento em que as reservas brasileiras mal chegavam a US$ 4 bilhões; executivo que dirigiu por dois anos a Vale do Rio Doce; laureado tradutor de J.D. Salinger e de Vladimir Nabokov para o português, o embaixador Jório Dauster não é um catastrofista.

Trabalha com a análise de possibilidades lógicas exercitada em 36 anos de carreira e, a partir desta bagagem, diz, sem hesitações, que o pior da crise mundial ainda não chegou.

– É grande o risco de que estejamos apenas entrando no túnel, e longe de ver luz na extremidade oposta – vaticina Dauster.

O embaixador teme, ainda, que estejam crescendo os ingredientes de uma receita para um desastre em escala mundial, com o estouro de fundos de hedge que ainda conseguem adiar o desenlace com venda de ativos desvalorizados.

Sobretudo, receia que a incapacidade de pagamento em moeda forte leve o Leste Europeu a uma situação de colapso econômico, seguido de convulsões sociais.

Tudo podendo levar ao buraco bancos de outros países europeus, numa situação assemelhada ao bíblico choro e ranger de dentes.

Dauster situa as origens do cataclisma econômico no naufrágio do sonho de igualdade americano, sustentado pela China e detonado na era Bush, nos primórdios de uma recessão que ainda pode transformar-se em depressão. Como nota positiva, prevê que o Brasil será um dos poucos países que poderão atravessar esses tempos difíceis sem os riscos da desorganização econômica e social.

As origens e duração da crise

Todo mundo fica buscando as origens da crise em questões técnicas, mas sem olhar a coisa mais profunda. O que havia nos EUA, que tornava “necessário” um movimento desse tipo? Nos últimos 20 ou 30 anos, houve uma concentração de renda crescente nos EUA. Na verdade, este sonho americano da igualdade está naufragando há bastante tempo. Este processo foi acelerado durante os oito anos de Bush, devido às vantagens de impostos que ele deu para os ricos, e ao próprio sistema financeiro, que, da forma que passou a operar, dando prêmios para desempenho, fez com que este processo de concentração de renda se acelerasse de forma brutal.

Para que isto não fosse tão grave a ponto de gerar uma reação popular, houve aqueles facilitários ensandecidos para a classe média e baixa comprar casa, além dos estímulos para que todo o mundo se endividasse com cartão.

Quanto ao tempo para se voltar ao que havia antes e mais complexo. Em termos de bolsa, a experiência é que às vezes leva cinco ou seis anos, quando se tem uma recessão profunda, para retornar aos níveis anteriores. Mas esta é uma visão limitada da realidade. O que aconteceu agora é que o mundo encolheu. O mundo estava doentiamente inchado e com uma dimensão que não vai retomar por muito tempo.

A melhor forma forma de exemplificar isto é com a situação de um atleta que bateu o recorde mundial porque usou anabolizantes. Não é como um resfriado, que depois de uma convalescência de um mês, volta a treinar e repete aquela performance. Não é a mesma coisa, ele nunca vai conseguir isto, porque o resultado foi obtido de forma artificial.

Então, é uma boa imagem dizer que a economia mundial foi anabolizada. Houve uma inchação durante muitos anos, e não vai se retornar ao que era em 4,5, 6 meses ou um ano.

Ilusão de riqueza

Na essência, essa coisa vaga que é o establishment americano – os interesses do grupo que cercava Bush, mas também de outros – tratou de manter a classe média americana e a classe trabalhadora, que vinha perdendo a substância, narcotizada pela ilusão que estava enriquecendo. Além disso, havia necessidade de obter recursos crescentes para a guerra do Iraque. Esses são os dois movimentos históricos profundos nos EUA que, a meu juízo, acabaram confluindo para aquela postura do “vamos que vamos”, deixar tudo correr solto porque favorecia os interesses dominantes.

O resto são detalhes de como a banda tocava. as pessoas ficam muito concentradas nos detalhes, explicando exaustivamente este negócio do subprime, etc. Era simplesmente uma forma de pegar créditos imobiliários fajutos em que até imigrante ilegais eram tidos como bons tomadores. Então, os alquimistas do sistema financeiro descobriram a fórmula de transformar porcaria em ouro. Pegaram pedacinhos dessas dívidas para lá de duvidosas, juntavam com outras melhores e vendiam um papel mistureba. Que, por sua vez, ia sendo repassado para outras mãos, que o alavancava sob a forma de complexos derivativos. O resultado dessas operações mágicas é que, hoje, nem os bancos podem avaliar o valor dos papéis que detêm ou, no linguajar da moda, seu grau de toxicidade (leia-se, percentagem de dívidas irrecuperáveis).

Havia interesse da classe dominante America em fazer esta festa. E ganharam fábulas de dinheiro durante dez anos. Financiaram a guerra do Iraque. Os donos do poder estavam gostando. Agora a quebra é tão grande que vem sempre uma onda moralista e dentro disso vai haver uma arrumação. Talvez até o FMI se reinventar para fazer um novo papel. Na verdade, ele estava sem enredo, cortaram-lhe as falas. O Banco Mundial tem menos dinheiro que o BNDES. Já tinha virado uma burocracia incrustrada em Washington, com bons salários, mas que não tinha nenhuma razão de ser no mundo.

Até os países em desenvolvimento estavam mostrando desempenho fiscal e monetário melhor do que o centro! E eles não iriam falar para os Estados Unidos, “olha aí, vocês vão quebrar”.

Estranha simbiose

O endividamento crescente dos Estados Unidos não poderia funcionar. Precisava haver alguém no mundo que quisesse comprar essa dívida crescente. E aconteceu que havia a China (e quando se fala em China vêm também Taiwan, Hong Kong, Coreia, com o mesmo modelo exportador da China), que se prontificou a ser o credor em última instância dos EUA, acumulando quase US$ 2 trilhões de reservas em papéis do Tesouro americano. O que ela fez foi bancar este período alucinado de consumerismo americano e de gastos bélicos, porque lhe interessava gerar emprego para centenas de milhões de cidadãos que migravam do campo para as cidades.

Nasceu assim a estranha e inesperada relação simbiótica entre EUA e China. Foi uma nova versão da conhecida fábula de La Fontaine: aqui a cigarra americana pôde bailar por muitos anos financiada pela formiguinha chinesa, desde que continuasse a comprar no Império do Meio boa parte das joias e adereços com que se embelezava. Um dia isso tinha de acabar.

Dólares a granel

A pergunta que se coloca é quem vai bancar os Estados Unidos para que saiam do buraco que eles próprios cavaram? Por enquanto, estão rodando furiosamente a maior máquina de impressão do planeta porque, com a taxa de juros perto de zero, a política monetária já deu o que tinha de dar. Em termos de política fiscal, a redução de impostos é bem-vinda, mas, nas condições atuais, o consumidor está tão apavorado e endividado que esta parte do pacote do Obama vai ter pouco impacto no consumo. As pessoas vão tratar de entesourar esses recursos ou pagar dívidas de um cartão que está queimando em suas mãos.

Diante disso, todo mundo concorda que só resta jogar o máximo de dinheiro no mercado. Mas os EUA podem fazer isto porque rodam aquela impressora gigantesca e surge dólar em papel-moeda ou, o que é mais importante, em títulos do Tesouro. E aí não é mais só a China, mas todo o mundo, apavorado, com aversão ao risco, porque sente os efeitos desse tsunami, ainda acha que o porto seguro é um ativo garantido pelo governo americano. Mas isto não dura indefinidamente. Tanto que o próprio Obama tratou de adiantar seu orçamento lá para diante, a fim de mostrar que reconhece como será difícil impedir que o dólar se transforme em confete quando os Estados Unidos saírem desse buraco daqui a dois ou três anos.

Risco futuro

Com essa massa de dinheiro que está sendo despejada no mercado para evitar o risco da deflação, a ameaça futura é uma hiperinflação. Nos próximos meses, o principal problema é saber se ainda haverá tomadores para outros trilhões de dólares. Por enquanto há, porque os bancos em perigo, ao receberem recursos do governo americano, não estão voltando a emprestar mas, sim, comprando papéis do Tesouro. A China até o momento compra esses papéis, talvez até para evitar que suas imensas reservas virem pó, mas dificilmente continuará a fazê-lo diante da queda continuada de suas receitas de exportação.

EUA, a saída

A solução para a crise só virá dos Estados Unidos, pois ali está o epicentro do terremoto. Não há país ou região que, no futuro previsível, possa substituí-los no papel de locomotiva econômica mundial. Mas, a meu juízo, estamos vivendo ainda os primórdios de uma recessão que ainda pode se transformar em depressão.

Para início de conversa, prossegue a hemorragia no setor imobiliário, causa imediata da crise. O valor das casas continua a cair, os imóveis continuam a ser retomados pelos bancos. Mesmo este pacote imobiliário do Obama – de US$ 200 bilhões – só se aplica aos devedores que têm capacidade de honrar seus compromissos caso se reduzam os pagamentos mensais. Mas não salva os milhões de cidadãos que já suspenderam seus pagamentos, e cuja dívida é maior do que o valor presente do imóvel, os que ficaram desempregados ontem ou ficarão amanhã. Enquanto não se chegar ao fundo do poço imobiliário residencial, todos os papéis vinculados a hipotecas que se acumulam nos cofres dos bancos continuam a perder valor, aumentando o nível de toxicidade de todo o sistema financeiro mundial.

Não bastasse isso, o setor imobiliário comercial – edifícios de escritórios, shoppings, fábricas, depósitos – também caminha para o brejo devido ao aumento dos custos financeiros e à retração da economia real. É impressionante o que há de obras paradas ou parando em Nova York ou em Londres, cujo setor financeiro ao final dessa crise será uma fração do que era antes. E não é só a City que sofrerá essa redução estrutural. Muita coisa no mundo será menor por muitos e muitos anos porque dezenas de trilhões de dólares evaporaram. Não é que tenham ficado encostados em algum canto para voltar daqui a pouco. Não voltarão tão cedo, porque não guardavam correspondência com os fundamentos da economia mundial.

Problema à vista

Há outros problemas enormes que podem estourar a qualquer momento. Por exemplo: os fundos de hedge, muitos dos quais simplesmente deixaram de cumprir as ordens de retirada, mas que não vão poder continuar fazendo isso. Alguns estão tentando se salvar vendendo ativos bons, embora seu valor de mercado caia por força de suas próprias vendas, num círculo claramente vicioso. Outro imenso problema potencial naquele país é a inadimplência crescente nos pagamentos dos cartões de crédito, que tende a se acelerar à medida em que os índices de desemprego caminham para superar a cifra antes inimaginável de 10%.

Por outro lado, grandes bancos americanos se encontram em situação insustentável, mas há uma forte resistência ideológica à estatização, caminho seguido abertamente pelo Reino Unido e outros países confrontados com o desmantelamento de seus setores financeiros. No entanto, a menos que a solução alternativa do “banco bom/banco mau” seja aplicada com urgência e muita precisão, creio que não há outra saída para os insolventes senão o controle pelo governo. E a razão é óbvia: o problema fundamental de falta de confiança persistirá enquanto essas megainstituições estiverem carregando papéis que ninguém deseja comprar porque tudo que se sabe de seu valor é que ele continua a cair semana após semana.

Túnel sem luz

Por tudo isso, lamento dizer, é grande o risco de que estejamos apenas entrando no túnel, muito longe de ver alguma luz na extremidade oposta. Além das centenas de trilhões de dólares que já foram despejados no sistema financeiro exclusivamente para impedir sua implosão, muitas das medidas tomadas até agora por Obama, embora válidas, tomarão bastante tempo para gerar efeitos significativos em termos de emprego e de renda. A redução de impostos em favor da classe média dificilmente servirá para ressuscitar os antigos hábitos de consumo, pois seus beneficiários tenderão a pagar dívidas cada vez mais custosas ou a economizar. Como não adianta pintar as unhas de um paciente que está na UTI perdendo sangue, o que se espera é uma solução definitiva para o sistema bancário, sem a qual o fluido vital da economia não voltará a circular e o paciente cairá num coma profundo.

Ameaça européia

A situação é gravíssima no Leste Europeu, onde a incapacidade de pagar dívidas contraídas em moeda forte trará para o buraco os bancos da Áustria e de outros países europeus. Caso isso ocorra, se complicará em muito a situação de todo o continente europeu. Nem na União Europeia existe suficiente vontade política para tomar as decisões drásticas que a hora requer – o que me parece uma boa receita para o desastre. O colapso econômico de um país como a Ucrânia, seguido de prováveis convulsões sociais, pode gerar atritos políticos com a Rússia, ela também às voltas com dificuldades devido à queda do preço do petróleo e ao derretimento de suas reservas cambiais.

Como fica o Brasil

O Brasil é um dos poucos países que poderão atravessar esses tempos sem os riscos da desorganização econômica e social. Quer o mundo viva apenas uma recessão de alguns meses, como seria desejável, ou uma depressão de alguns anos, como infelizmente pode acontecer, o Brasil ocupará ao final posição mais importante no concerto das nações.

Representação dos emergentes

A curto prazo, não creio que haverá mudanças substanciais no peso decisório dos países emergentes nos organismos que representam o status quo pós-Segunda Guerra Mundial, em especial o Banco Mundial e o FMI, pois são imensas as resistências no Congresso norte-americano e em diversos países europeus que custam a aceitar sua nova condição de meros figurantes. Caso se crie alguma nova instituição, o que não me parece provável, aí sim os emergentes teriam de exigir um poder de voto proporcional a seu potencial econômico, mas, na verdade, esse rearranjo de forças em escala mundial só será institucionalizado depois de superada a atual crise.

Fonte: Jornal do Brasil

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Gerald Celente: Vamos viver a pior recessão da história mundial


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Previsor de grande influência faz alerta a população para fazerem reservas de dinheiro e comprarem ouro.


O influente pesquisador e analista Gerald Calente, que ficou ainda mais conhecido após suas acertadas previsões da catástrofe econômica afirma que o colapso do sistema financeiro é o sinal do início da “maior de todas as depressões”.

Em recente boletim, Calente vai contra a corrente de analistas e políticos que falsamente previram o inicio de uma recuperação do sistema, ao contrário dos analistas convencionais na qual afirmam que “a partir do segundo quarto de 2009 ou 2010 ou 2011 não existirá mais volta”.

“ O sistema financeiro global, construído por suplementos intermináveis de dinheiro barato, especulação desenfreada, fraude, ganância e desilusão está seriamente doente e não será curado por meio de pacotes de estímulo e ajudas e empréstimos de governos”, escreve Celente.

A previsão mais positiva que Celente faz é que a Dow Jones não chegaria à zero, uma reação inesperada a queda recorde da Dow que atingiu níveis recordes abaixo de 7000 como em 1997.

Celente nos alerta que os primeiros sinais de real caos estão começando a aparecer, revoltas que exigirão dos governos a tomarem “medidas draconianas para prevenir o colapso econômico total e pânico público”.

“Falências massivas de bancos, corridas aos bancos, e férias nos bancos certamente irão acontecer. Fácil acesso ao dinheiro não será mais assegurado, escreve Celente.

Precisaremos, no mínimo, possuirmos uma reserva na mão para emergências, prevê Celente”.

Celente cita o ouro como um dos poucos investimentos que continuarão rentáveis, eventualmente atingindo a $ 2000oz.

As previsões assustadoras de Celente foram inicialmente ridicularizadas pela mídia, mas assim que a crise se agravou, sua credibilidade chegou ao ápice.

Celente, acertadamente previu a Crise monetária na Ásia, o colapso hipotecário e a massiva desvalorização do dólar nos EUA, disse a UPI em Novembro de 2007, que o ano seguinte seria conhecido como “ O Pânico de 2008” acrescentando também que gigantes estavam cavando suas mortes, como exatamente testemunhamos com a falência dos Lehman Brothers, Bear Stearns e outros.

Paul Joseph Watson

Fonte: Prison Planet

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Manifestação do anticristo, será?

É uma sincronia de datas que pode dar uma idéia de quando o anticristo pode ser manifesto no mundo. Como a Fé Baha´i determinou que o executivo mundial viria da casa de Windsors em Londres, fiz uma analogia de datas e eventos que podem marcar esta manifestação para o mundo do iníquo. E nada como um grande evento mundial para que esta manifestação possa ser feita.

Vamos analisar alguns dados:

londres-19481Os Jogos Olímpicos de Verão de 1948, conhecidos oficialmente como Jogos da XIV Olimpíada, foram realizados pela segunda vez em Londres – após doze anos de interrupção devido à II Guerra Mundial – de 29 de julho a 14 de agosto daquele ano. Assim como os Jogos de 1920 tinham acontecido em Antuérpia, como uma homenagem do Comitê Olímpico Internacional ao sofrimento do povo belga durante a Primeira Guerra Mundial, Londres teve a honraria de sediá-los pela segunda vez em virtude do martírio que a cidade havia sofrido durante a guerra, especialmente com os bombardeios perpetrados pela força aérea nazista durante o período de 1940-41, que devastaram a capital inglesa. Fonte: Wikipédia


israel1Em 14 de maio de 1948 é proclamado o Estado de Israel, que tem David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Cinco países árabes enviam tropas para impedir sua criação. A guerra termina em janeiro de 1949, com a vitória de Israel e o desaparecimento do Estado árabe-palestino previsto pela ONU. Os israelenses passam a controlar 75% do território da Palestina.

Geração bíblica

Repare que os dois eventos foram em 1948, e entendemos que a geração bíblica é de 70 anos (Salmo 90:10) e Jesus disse no sermão da montanha: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram.” (Mateus 24:34).

Todas as profecias do fim dos tempos só poderá ocorrer com a criação do estado de Israel e isto ocorreu em 1948, desta forma deu-se o início para o cumprimento das profecias do Apocalipse.

Vamos nos aprofundar mais nesta analogia.

Os Jogos Olímpicos de Verão de 2012, oficialmente conhecidos como Jogos da XXX Olimpíada, serão realizados na cidade de Londres, de 27 de Julho a 12 de Agosto de 2012. Londres é a primeira cidade a sediar oficialmente os Jogos Olímpicos da Era Moderna por três vezes – as anteriores foram em 1908 e 1948.

azulrosalaranjaverde

Lançado na última segunda-feira, dia 4, muitas pessoas estão criticando a imagem criada pela agência Wolff Olins que custou cerca de 600 mil euros. No site de petições GoPetition.com, criaram um abaixo assinado chamado “Change The London 2012“. O número de assinaturas que pedem a mudança, já passou de 21 mil. Além da falta de empatia, pessoas que sofrem de epilepsia disseram que tiveram ataques ao ver um vídeo que promove o logo, em um trecho de apenas 4 segundos, que mostra efeitos multicoloridos nas ondas de uma piscina. O logo foi criado para promover as Olímpiadas de verão de 2012 que será realizada em Londres. A idéia era deixar de lado as imagens clássicas e partir para um emblema mais futurista, voltado para os jovens, e que mostrasse modernidade. Em estilo grafite elas poderão ser vistas em quatro cores para demonstrar como é dinâmico: azul, rosa, laranja e verde. Fonte: Issamu

Revelação

Como sabemos satanás querendo ser Deus sempre faz uma imitação de Deus em tudo que realiza, quando Jesus Cristo assumiu o seu ministério ele tinha na época 30 anos de idade, desta maneira ao assumir o seu ministério Ele estaria se revelando ao mundo.


O ministério de Jesus

Lucas nos prestou a seguinte informação a esse respeito quando escreveu: “3:1 – no décimo-quinto ano do reinado de Tibério César (imperador romano), sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia…” João Batista está pregando perto do rio Jordão e batiza Jesus. Se Tibério reinou entre os anos 14 a 37 d.C, logo, Jesus foi batizado no ano 29 d.C. Entretanto, a maioria dos cronologistas, acredita que Lucas se referia ao tempo em que Tibério tornou-se co-imperador com Augusto, o que sucedeu em 11 d.C. Se esta informação é exata, então Jesus teria sido batizado em 26 d.C. e estaria conforme (Lucas 3:23) com cerca de 30 anos.

Sabe-se, porém, que na sociedade judaica, os homens não ocupavam posições de liderança enquanto não chegavam aos 30 anos de idade, o que significa que Jesus, na realidade, tinha um pouco mais de 30 anos ao dar início ao seu ministério.

Príncipe William


principe-william1O Príncipe Guilherme de Gales ou William de Gales (nome completo: William Arthur Philip Louis; nascido em 21 de junho de 1982) é o filho mais velho de Charles, Príncipe de Gales e da falecida Diana, Princesa de Gales. Ele é o segundo na linha de sucessão aos tronos britânicos e aos tronos de outros quinze países da Commonwealth. Como filho do Príncipe de Gales e neto da Rainha Elizabeth II, o príncipe William é um membro da Família Real Britânica.

Tendo ele nascido em 21 de Junho de 1982, no ano de 2012 ele estará com 30 anos de idade, como foi determinado que o anticristo sairia da Inglaterra pela Fé Baha´i, não seria coincidência que justamente em 2012 como várias religiões apregoam que algo irá acontecer como o início de uma nova era, a era de aquários e outros acontecimentos mundiais, não seria também o ano da manifestação do anticristo, assim como Jesus Cristo com 30 anos de idade, começando o seu “ministério”?

O profeta Daniel em seu livro disse: E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.” (Daniel 9:26-27)

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A nação de Israel firmará aliança com a ponta pequena futura, o príncipe romano ou anticristo, durante sete anos. No meio da semana, o anticristo quebrará a aliança e exigirá que os sacrifícios de sangue,restaurados por Israel nos últimos dias, cessem. Então, estabelecerá a sua estátua no tempo judeu e exigirá adoração (Mateus 24:15, Tessalonicenses 2:3-4)

O fato do príncipe Willian ser britânico não o impede se ser o suposto anticristo já que a Inglaterra fazia parte do império romano, como mostra o circulo na foto.

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Genealogia da Família Real Britânica

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Os pesquisadores do plano da Nova Ordem Mundial reconheceram que o plano global para produzir o Anticristo passa por uma linhagem sangüínea da Europa [Alemanha e França] por um descendente merovíngio, especificamente por meio de um rei do século V, chamado Merovee. Ele adorava o urso na forma da deusa romana Diana, que também é conhecida como a Artêmis grega, a “deusa-mãe virgem” da caça e da lua, normalmente associada ao unicórnio.

O Anticristo deve possuir a mais distinta herança sangüínea, ou linhagem. Ele deve ter a mais pura das heranças sangüíneas, e deve ser capaz de provar aos judeus que possui uma linhagem que pode ser rastreada até o rei Davi. De toda a nobreza do mundo, o príncipe Willian possui a mais pura de ambas as linhagens.

Assim que a pessoa que for o Anticristo vincular sua linhagem à de Jesus Cristo, terá vínculos com o rei Davi, cumprindo, assim, o pré-requisito judaico de que o Messias seja da Casa de Davi. Entretanto, a rainha Elizabeth II afirma ser da “Casa de Davi — A Linhagem Real”. Portanto, o príncipe Willian também está vinculado com o rei Davi fisicamente, e não apenas por meio da linhagem da lenda merovíngia. Fonte: Espada do Espírito

A rainha Elizabeth II pode rastrear sua linhagem diretamente ao rei Davi por meio dessa mentira da herança sangüínea, mas também por meio do rei Salomão, conforme você pode ver na foto acima.

Então, em 2012 teremos em Londres a 30ª olimpíada, o príncipe Willian completará 30 anos no dia 21 de Junho e as olimpíadas começará no dia 27 de junho.

Muito é dito que em 2012 muitos eventos irão ocorrer em profecias que não são bíblicas de outros povos. Toda esta relação de eventos é para pensar muito, não pode ser uma simples coincidência.

É esperar pra ver.

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