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Maçonaria

terça-feira, 21 de abril de 2009


Descrição da Organização da Maçonaria

Ouçamos o autor maçom Manly P. Hall descrever essa organização bidimensional que é a Maçonaria. A Maçonaria é formada de duas organizações distintamente diferentes, uma visível, e a outra invisível. Hall descreve essa organização de dois níveis: [Hall foi honrado pelo The Scottish Rite Journal, que o chamou de "O Ilustre Manly P. Hall', em setembro de 1990, e também de 'O Maior Filósofo da Maçonaria', dizendo, "O mundo é um lugar muito melhor por causa de Manly P. Hall, e somos melhores pessoas for termos conhecido a ele e a sua obra"]. Isto foi o que Manly P. Hall escreveu:

"A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade - uma organização exterior que esconde uma irmandade interior dos eleitos.... é necessário estabelecer a existência dessas duas ordens separadas, porém independentes, a visível e a outra invisível. A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens 'livres e aceitos' que reunem-se para dedicarem seu tempo às atividades éticas, educacionais, fraternais, patrióticas e humanitárias. A sociedade invisível é uma fraternidade secreta e augustíssima [de majestosa dignidade e grandiosidade], cujos membros dedicam-se ao serviço dos arcanos [segredos, mistérios]." [Lectures on Ancient Philosophy, Manly P. Hall, pg 433]

Muitos homens bem intencionados são membros dessa sociedade visível sem saberem absolutamente nada da sociedade invisível. Na verdade, Albert Pike, um dos mais importantes autores maçons, teve algumas coisas a dizer sobre os irmãos da sociedade visível: "A Maçonaria, como todas as religiões, todos os mistérios, o Hermetismo, e a Alquimia, esconde seus segredos de todos, exceto dos adeptos e sábios, ou eleitos, e usa falsas explicações e falsas interpretações sobre seus símbolos para enganar aqueles que merecem somente ser enganados; para esconder a verdade, que chama de Luz, e afastá-los dela." [Morals and Dogma , pg 104-5, Terceiro Grau].

Pike também revela que "Não ensinamos a verdade de nenhuma das lendas que citamos... reproduzimos as especulações dos filósofos, dos cabalistas, dos mistagogos [sacerdotes que tinham a função de iniciar os neófitos nos Mistérios de Elêusis, na antiga Grécia] e dos gnósticos."

"Quando o maçom aprende que o segredo para o guerreiro é a correta aplicação do dínamo do poder da vida, ele aprendeu o mistério de sua Arte. As energias ardentes de Lúcifer estão em suas mãos e antes que ele possa avançar para a frente e para cima, precisa provar sua capacidade de aplicar corretamente a energia." [The Lost Key to Freemasonry, Manly P. Hall, publicado pela Macoy Publishing and Masonic Supply Company, Richmond, Virgínia, 1976, ênfase adicionada]


Como já se deu a entender, a característica-chave da maçonaria é o segredo. Já se disse que inclusive muitos maçons dos graus azuis e vermelhos morrem sem saber o que é verdadeiramente a maçonaria. Copin Albancelli, do grau 22, que se retirou da maçonaria depois de ter sido convidado a fazer parte do Círculo Interior que se esconde por trás dos altos graus, em que ele jamais havia pensado que existisse, ao descobrir as autênticas finalidades da organização, declarou em seu livro Le pouvoir occuIte, que a maçonaria está dividida em três grupos:

* Os graus azuis, que não são iniciados em nenhum segredo importante.

* Os graus vermelhos, que, apesar de acreditarem que conhecem os segredos, nem mesmo são conhecedores da verdadeira finalidade perseguida pela ordem.

* O "Círculo Internacional Interior", a saber, os verdadeiros mestres que se escondem por trás dos altos graus, mas que na verdade dirigem a ordem.

O livro pró-maçônico La Masoneria en Madrid diz que inclusive alguns "grandes mestres" vivem imersos em suas éticas filosóficas sem saber quem são verdadeiramente os chefes. Estes os empregam como anteparo para serem eles, na realidade, os autênticos possuidores do poder.(RUITER, Robin de. El Poder detrás de los Testigos de Jehová. Chihuahua, 1994, 39.) .

O maçom do grau 33, Albert Pike, afirma o seguinte em seu livro MoraIs and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonery (Richmond 1871): "Aos graus azuis da franco-maçonaria só se ensina parte dos símbolos e são desnorteados intencionalmente com interpretações falsas. Não se espera que os entendam, mas se espera que acreditem que estão entendendo. O verdadeiro significado se reserva somente para os soberanos da maçonaria. Deixam que os membros dos graus azuis pensem que eles abrangem toda a franco-maçonaria. A maçonaria é uma verdadeira esfinge, que se mantém oculta até a cabeça na areia que se amontoou durante séculos".

Aos maçons horroriza falar de Gabriel Jogand Pages, melhor conhecido como Leo Taxil. Esse, em seu livro Los misterios de Ia francomasonería, acusou os maçons de adoradores do diabo. Em outra obra intitulada Les Freres Trois Points (Paris 1885) diz que. as práticas dos maçons estão baseadas em um culto diabólico em que se louva Lúcifer. Em 1891 publicou o livro Soeurs maçonnes, no qual informa detalhadamente sobre a missa satânica que se celebrava entre os maçons de altos graus dos "Cavaleiros de Padilha" do "papa diabólico" Albert Pike, o primeiro grande líder dos iluminados nos Estados Unidos.

Apesar de se haver provado que Taxil era um farsante expulso de uma loja de Marseille, é preciso interrogar se por isso as acusações a respeito do íntimo parentesco entre a maçonaria e o luciferianismo ficam refutadas. A resposta tem de ser negativa, porque evidentemente os graus mais elevados da maçonaria pertencem à elite de Satanás. A Rivista della Massoneria Italiana, do ano 1887, página 27, declara descaradamente que a maçonaria considera Satanás como seu chefe supremo.

Em 1937, o maçom francês Albert Lantoine, grau 33 e membro do Conselho Supremo escocês, publicou uma longa Carta ao Soberano Pontífice, na qual reconhece: "Os franco-maçons são servidores de Satanás, e vós, guardiães da Verdade, sois servidores de Deus". Em uma carta a seu amigo Leon de Poncins, perito em sociedades secretas, reafirmou o acima mencionado: "Nós somos servidores de Lúcifer".

Em 1935, Fara, estudioso da maçonaria, em A maçonaria e sua obra, diz o seguinte: "A cerimônia para o grau 29 (Baphomet) celebra-se sob um signo panteísta: uma cabeça de bode com uma tocha entre os cornos, com asas de arcanjo, braços e mãos de homem, corpo de mulher com uma rosa e uma cruz no peito".

Também o arcebispo francês Leon Meurin, em seu livro A franco-maçonaria - Sinagoga de Satanás, afirma que acontece entre os maçons e os iluminados a adoração do diabo.

O austríaco, antimaçom e político, Dr. Friederich Wichtl, em seu livro Welifreimauererei - Weltrevolution - Weltrepublik (München 1919), escreve: "os maçons consideram Satanás como seu chefe supremo e seu deus" .

Não obstante, as palavras do maçom Albert Pike, em As instruções aos 23 Concílios Supremos do Mundo, de 14 de julho de 1889, são mais esclarecedoras: A doutrina do satanismo é uma heresia; e a verdadeira e pura religião filosófica é a fé em Lúcifer, tal qual em Adonai; porém Lúcifer, "Deus da Luz e Deus do Bem", está lutando a favor da humanidade contra Adonai, Deus da Escuridão e do Mal.(Cf. QUEENSBOROUGH, Lady. Occu/t Theocracy. California, Christian Book club of América, 1931, 220f. )

O certo é que, como escrevem os autores do livro Os fabricantes de deuses, "A maçonaria tomou a filosofia antiteísta das religiões mistéricas que distorcem o que a Bíblia ensina, transformando Lúcifer em Deus e Deus em Satanás". (Ed Decker & Dave Hunt. Los fabricantes de dioses. Minneapolis, 1987, 112. )

Não resta dúvida que os maçons ordinários não só esfregarão os olhos depois de ler todas estas citações, mas também dirão: "Isto é mentira, não pode ser verdade". Para todos eles é importante recordar as palavras do maçom Albert Pike e de Copin Albancelli quanto a manter deliberadamente na ignorância os graus azuis.

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